esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
esperando esperando esperando esperando esperando esperando esperando
30 Jan 2012 / 0 notes
kkk
(Source: thingsilearnedfromsatc)
23 Jan 2012 / Reblogged from thingsilearnedfromsatc with 59 notes
- amor, e se eu tivesse um surto e uma hora dessas da vida resolvesse virar aquelas meio afetadas demais por filme francês, sabe? só truffaut na cabeça?
- ia ser um saco. esse tipo tem cara de que adora treco temático espalhado pela casa e eu ia me irritar profundamente de ter que desviar da caixa do woody allen que tu iria querer em um lugar específico ou daquela almofada horrorosa de filme francês, tipo da amelie poulain.
23 Jan 2012 / 0 notes
ela chegou em casa correndo. já eram 11 da noite e ela não conseguia segurar a ansiedade para agradecer o presente, o melhor presente que já recebera de alguém. ligou o ar condicionado, sentou confortavelmente na cadeira e tentou não morrer de falta de ar enquanto discava aqueles números. era a primeira vez que aquela junção de números estava sendo discada para outro propósito a não ser o de sempre. mentira. era sempre essa história da auto-sabotagem que fazia com que ela pensasse que era a primeira vez para, segundos depois, lembrar das outras madrugadas inteiras de conversas. a gente só ainda não tinha visto o sol nascer juntos, um em cada canto da cidade, porque um pouco antes das seis o tempo voltava a correr e a gente percebia que aquilo era impossível. mas, era real. estava acontecendo bem debaixo do nariz dela há tempos e nada dela notar. cada chamada sem resposta do outro lado da linha era uma batida de coração. não atendeu. merda. nunca mais ligo, pensou. resolveu falar com ele no lugar mais confortável entre eles. então, ligou o computador e mandou um email. “te liguei e tu não me atendeste. nunca mais te ligo, porra” e mandou. se arrependeu no mesmo instante, claro. quanto drama em uma linha. pensou em mandar outro email pedindo desculpas e ficou determinada a parar de uma vez por todas com aquilo. aquilo que não tinha nome nem forma. não tinha motivo nem porque. só tinha um significado inexplicável, tão inexplicável que fez com que ela começasse a discar de novo e desistisse. antes mesmo de começar a auto-xingação, um negrito na caixa de entrada pedia milhões de desculpas e dizia pra ligar de novo. ela ligou, claro. quem vai julgar? aqueles minutos iniciais da conversa foram tão sem jeito e tão intimo que ficou claro que viria mais uma madrugada de bate papo.
- obrigado pelo presente.
- não agradece, por favor. foi só uma lembrança.
- sabe que a gente tem duas opções, né?
- como assim?
- duas opções (pensando que ele sabia exatamente do que ela estava falando, mas, era até óbvio que ela precisaria explicar. afinal, tudo precisava ser explicado). em nenhuma delas a gente perde a nossa amizade.
- isso nunca.
- assim eu fico mais tranquila.
- e as duas opções?
- a gente sabe qual é a melhor pra todo mundo.
- é, a gente sabe. mas, e se a gente quiser escolher a que é melhor pra gente?
ninguém lembra quem falou a última frase. não importa. finalmente ela tinha sido dita em voz alta.
16 Jan 2012 / 0 notes
desde que minha irmã foi mordida pelo poodle enlouquecido da nossa vizinha da casa de salinas, tenho medo de cachorro. não adianta dizer que ele pode ser meu melhor amigo que vou responder que já tenho um melhor amigo, obrigado. nem tentar me convencer que é ótimo ter uma aquela criatura fofinha querendo carinho quando tu chega em casa de um dia inteiro de trabalho, porque, na realidade, quem quer carinho quando chega em casa sou eu.
o cachorro dos meus vizinhos é um verdadeiro inferno. gustavo diz que ele nem late tanto assim, mas eu (que tenho muito menos paciência) só falto enfartar de ódio quando eles trancam o bicho na sacada e fecham a porta pra assistir fina estampa. a atitude, aliás, é recorrente e não tem hora. por exemplo: hoje, domingo, 9 horas da manhã, fui acordada pelo cachorro quase perdendo as cordas vocais de tanto que latia.
aí vocês acham que tô falando de um cachorrinho, pra combinar com os 90 metros quadrados que cada apartamento do meu prédio tem. errado. tô falando de um pastor alemão que tenho certeza que se ficar de pé, fica mais alto do que eu. confesso que desde que nos casamos e mudamos pra cá, meu maior medo é esbarrar com ele por aí. acho (apenas acho) que tenho mais medo dele do que da síndica. ontem de noite foi a quase primeira vez que nos encontramos, eu e o cachorro. aconteceu assim:
depois de fazer supermercado e esperando no corredor da porta de serviço para levar o carrinho de volta para a garagem, a porta do 11 começa a dar os primeiros sinais de abertura. corri de volta pra casa quando, de repente, num momento de coragem inesperada voltei. sai uma senhora com o lixo
- oi! fechei aqui porque a cachorra fica louquinha quando fica perto da porta.
- ah, tá…
- é, ela late e morde, não tá nem vendo.
- eu já vi ela na sacada, ela parece não estar nem vendo mesmo.
- mais quando, é só aqui na porta mesmo. lá embaixo, quando a gente leva ela pra passear, ela faz a maior amizade com todo mundo. é um docinho, uma mistura de pastor alemão com rottweiler.
- ah tá. tchau. continue fechando a porta.
8 Jan 2012 / 0 notes